terça-feira, 10 de abril de 2012


Você subitamente voltando pra minha vida... de onde nunca deveria ter saído. De repente tudo ganha cor nova (renovada). E o peito vai ficando pequeno e tudo parece transbordar: pelos poros, pelos olhos cheios de ternura que não se esconde... e essa vontade de chorar, um pranto que vem da beleza inigualável deste amor.
Já houve amor assim neste mundo?
Eu fecho os olhos e te sinto presente em todos os anos dessa ausência, minha antítese... minha dicotomia... meu oxímoro!
Queria ser maior, queria saber voar... queria tocar a Lua que você me deu! Nossa Lua... nosso céu infinito, nossa força: Esse sonho que nem a distância nem o tempo foram capazes de nos roubar.
Você que sempre esteve, sempre a sombra, sempre o sopro, sempre meu espinho...e agora, de repente, minha luz, meu vendaval, minha rosa.
Eu que amo e que sei que amei por toda vida, amei na companhia, amei na distância, amei na saudade...
Como uma menina pôde tão cedo aprender a amar?
Minha mente, meu coração, minha pele... tudo vibra, tudo te busca e eu rendida me entrego ao destino que não poderia ter nos levado a outro lugar. O fado que é um mar revolto em torno do nosso beijo, como quisesse nos eternizar numa imagem apaixonada sob um céu estrelado.
E sabemo-nos, mesmo silenciosamente, assim: um do outro, desde o instante da criação, no mesmo dia, do último de nós... Somos o encontro caprichoso de duas almas que se interligam.

E eu te amo.... amo....amo.... porque nada me encanta mais que nós dois, minha vida, meu coração, meu Alexandre!

4 comentários:

Celso disse...

Quem consegue escrever um texto usando a palavra "oxímoro", sem dúvida,merece atenção...

Que bom que você retomou o seu blog, com esse belo post!

Alexandre disse...

Meu anjo, só você... ontem... hoje... sempre!

Ana Carolina disse...

Oxímoro... ficou bom ,né?

Ana Carolina disse...

Alê, há 20 anos, desde sempre!